Posted by : Lilian Kate Mazaki segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Senhoras e senhores! Revue Starlight acaba de ser promovido de franquia de idols+utena para uma obra de arte a ser apreciada em museus ao redor do planeta! Cada episódio disso é uma coisa primorosa!

Falando nisso, vamos direto para o episódio em si, porque não consigo me aguentar para comentar tudo com vocês desde que terminei de ver!

#03 - Top Star

O episódio começa no dia seguinte aos duelos vistos anteriormente. A intimidade entre Karen e Junna não passa despercebida por Mahiru (que tem esses momentos de ciúmes que são cômicos, mas também um tantos preocupantes). A aula começa e também temos uma consequência direta dos duelos vistos antes: Claudine não está presente. Não sabemos o motivo, mas certamente tem tudo a ver com a sua derrota para a rival na noite anterior.



Outro ponto muito importante dessa cena é a decisão dos professores de que colocar Nana como parte da equipe de produção da apresentação para o festival que se aproxima. Karen fica inconformada, mas (Ba)Nana parece levar até que bem. O grupo quase todo está conversando sobre isso quando Maya aparece para dar um apoio moral para Nana.



Por fim nessa parte do episódio temos a chegada de Claudine, já após o intervalo. Sua atitude parece normal, apenas ri-se de ter sido logo ela a dormir demais em um dia de aulas. Porém quando Maya lhe cumprimenta percebemos o ressentimento velado que Claudine guarda pela derrota sofrida.

Quero fanfics dessas duas na minha mesa pra ontem! Alô, PilotChiken!

No fim daquela tarde Hikari, que sempre é distante e apática resolve enfim tomar uma atitude para com Karen: prendê-la em uma sala para que não vá para o duelo daquela noite. Assim, sem dizer nenhuma palavra. Karen é deixada trancada e amarrada no escuro, só com um bolinho de banana para lhe fazer companhia(?).



Ao mesmo tempo dessa cena temos duas outras sequências bastante importantes para o desenvolvimento de personagens. Temos Claudine, praticando passos de dança sozinha, determinada, mas também um tanto frustrada. Futaba aparece e lhe pergunta sobre o que aconteceu. Claudine se diz surpreendida por Futaba perceber algo que não tenha relação com Kaoruko.

Enquanto isso Mahiru, que buscava Karen em vão pelo dormitório, é convidada por Kaoruko para tomar banho juntas, visto que Futaba teve a audácia de deixá-la sozinha. Kaoruko não perde tempo em brincar com sentimentos pouco disfarçados de Mahiru por Karen (Sem disfarce mesmo, a Kaoruko não pega leve!)

Futaba fala para Claudine que é grata a Kaoruko e que gosta de cuidá-la, ou pelo menos é isso que tenta acreditar (senti uma ambiguidade de sentido bem forte nessa passagem). Futaba também fala que, apesar de sempre ter se contentado com papéis secundários, talvez ela também possa brilhar como uma grande estrela.




Maya em seu quarto relembra um momento passado, onde após estrelar a peça Starlight sendo a protagonista, Claudine lhe dissera com veemência que não iria ficar derrotada. Apesar de amar muito já o ship ClaudinexMaya, neste ponto ainda muito difícil de entender o que se passa na cabeça da grande estrela do grupo. Se não fosse toda a questão de Revue Starlight ser uma franquia onde claramente as nove personagens são amigas, apesar da questão da rivalidade, poderia neste ponto acreditar que Maya iria pelo caminho do vilanismo. . .




Continuando temos a chegada do momento das audições. Hikari percebe um pouco tarde que Karen escapou da sala e tenta desesperadamente impedí-la. Porém Karen está determinada em ganhar e não lhe dá ouvidos.

Então temos o começo do terceiro e incrível duelo entre Tendou Maya e Aijou Karen.



Essa cena. . . Por Godoka, essa cena é uma das melhores sequências de batalha/música que lembro ver em tempos. Muito tem se falado da surpresa que é ver um trabalho tão primoroso de um estúdio bastante recente que é o Kinema Citrus e isso é algo que concordo bastante. A sequência de Maya x Karen é linda, bem animada, com ótimos enquadramentos, coreografia e roteiro de tirar o fôlego. É até então a sequência de maior impacto da série e, bom, o desfecho é quase previsível.


Alerta para sequência interminável de prints dessa cena maravilhosa


















Karen é derrotada com facilidade por Maya. (Maya é tão linda e superior que fico dividida entre odiar e me apaixonar - mentira, já estou 100% apaixonada)

Eu me rendo, não tem como ser mais incrível do que Tendou Maya é!

Entrementes nós vemos que Claudine e Futaba também se enfrentam, com a vitória de Claudine. Porém aqui as duas adversárias sorriem uma para a outra quando tudo termina



Os créditos finais tocam após isto e somos apresentados à música mais brega e ótima que poderíamos esperar - Fly me to the Star, cantada neste episódio por Suzuko Mimori, a dubladora da Hikari.

Temos uma cena pós-créditos, onde Karen encontra com Hikari e lhe fala que foi derrotada. Karen está abatida e sentindo-se incapaz. Hikari lhe dá um tapa no rosto. E assim termina o episódio mais intenso dessa primeira fase de Revue Starlight.



Comentários finais

MANOOOOOO. . . Confesso pra vocês que estava meio acomodada, pensando que o fato de ter assistido a peça (The LIVE #1 - Revival) tinha me dado tudo o que precisava para entender o que o anime iria explorar. Que engano o meu! Esses escritores não estão economizando enredo nessas meninas!

O plot da (Ba)Nana é um dos que mais tem me despertado curiosidade. No LIVE a personagem se revela uma guerreira feroz quando confronta Karen, mas também é uma das primeiras a compreender a mudança de pensamento que a protagonista está propondo e como aquilo irá beneficiar todas (tentei não dar muito spoiler). Esta decisão de que Banana irá integrar a parte de produção do espetáculo do centésimo ano foi um ponto de tensão enorme que só me faz pensar que a personagem também irá revelar no futuro um lado feroz de desejo pelo estrelato (como o de todas ali) quando for sua vez de surgir nos duelos.
Aliás, um pouco fora de ponto, mas. . . Por que a Hikari tem que ser a típica personagem que sabe de tudo e não explica nada?! Por Kumaria, as coisas poderiam ter sido menos traumatizantes para Karen se a Hikari tivesse lhe dito o porquê de tentar evitar que ela duelasse.

ENFIM. . . 

O hype está estratosférico. Não consigo saber para onde este anime vai já que começa a ficar mais evidente que eles vão tentar fugir um tanto do enredo que seguiram no musical.

Se dá pra dizer que tem algo que me incomoda nessa série é o fato de achar que um ritmo pausado de história com arcos de 22 minutos com pausas não favorece ao tipo de enredo que estão construindo. Pois é, estou dizendo que é um anime que, apesar de levantar todo o hype do mundo com a transmissão semanal, também é uma história que quase sai prejudicada por parecer não caber no seus "blocos" (episódios). Levantar hype, explicar um pouco de muitas personagens a cada episódio, fazer duelos belíssimos e ainda deixar gancho para o episódio seguinte são tarefas em quantidade absurda pra 22 minutos. A série está se saindo muito bem nisso, mas fico suando só de ver o esforço narrativo e de produção imenso que tem que ser colocado em cada etapa.

De qualquer modo, só quero que venha logo o próximo episódio! Digam aí o que acharam da Kaoruko desvelando a homoafetividade da Mahiru no banho e vamos ficar nos mordendo de curiosidade juntos até o próximo episódio!

PS: Já saiu as datas de apresentação do segundo musical de Revue Starlight! SE ainda não viram o primeiro - #1 Revival - recomendo demais que façam. Todas as atrizes/dubladoras são maravilhosas, mas dou destaque particular para a Hinata Satou, que faz a Junna, e a Maho Tomita, que dá uma expressão incrível para a Maya no palco. Enfim, hype e HYPE!!

3 Responses so far.

  1. E chegamos em algo muito grande afinal! Esse episódio foi demais, mas vamos com calma aqui...

    A começar pela metade inicial toda do episódio, talvez quase dois terços dele, em que temos as interações das meninas a mostra. A amizade delas, e a posição delicada de estarem competindo, as tensões, concordo que os roteiristas e animadores estão suando para caber tanta coisa em tão pouco tempo. Banana sendo deixada para a produção me fez um pouco de ansiedade, ela é toda amor e doçura, que ver a motivação dela para lutar era algo que esperava na primeira parte do anime. Até o momento, de todas, a Banana e a Kaoruko são as que menos demonstraram alguma motivação para serem as top star, e a facilidade com que Nana aceitou ser do backstage me deixou um tanto de curiosidade sobre as motivações dela. Vou supor que estão preparando algo para mais adiante, já que a Mazaki-sensei diz que a paixão dela explode ferozmente quando ela batalha, imagino que ela vai ser desenvolvida aos poucos no anime, para ter seu momento de intensidade mais adiante, espero que não tenhamos personagens desperdiçados numa série que em poucos episódios já está tão bem...
    Mahiru ciumentinha, não achei exagerado, mas espero que essa característica dela desenvolva mais adiante, para algo mais concreto e explosivo do que só esse amor platônico passivo e unilateral. Quero ver o momento dela de gritar alto! "JunJun" foi demais pro coração dela, duhuhuuhuhuhu...
    O parzinho inesperado aqui foi Futaba e Claudine. Gostei de ver como elas interagiram naquela conversa sobre a Kaoruko e a Maya, os sentimentos da Futaba são conflitante e ambíguos mesmo, Mazaki-sensei, ela própria não sabe como se sente, essa falta de convicção vai dar muitos bons momentos ainda. E Claudine perdida em sua própria convicção é tão lindo, que a queda dela tem tanto peso. Talvez não aina, mas a diferença gritante de personalidades entre ela e Maya faz essas duas serem perfeitas rivais. Não sei se apoio o ship por agora, mas ver essas duas definitivamente será muito bom daqui para frente...
    A cena do banheiro talvez tenha sido um tanto exagerada, mas o debate entre Kaoruko e Mahiru foi demais também. Levantar a questão sobre a Hikari e fazer aquele veneninho no começo, sobre as declarações de amor da Mahiru, essa menina dorme demais mas não é boba!
    E por falar em Hikari, nesse episódio ela reforça aquilo que falaram no Yuricast 16, a parte dois de Girlfriends, ninguém conversa direito em séries! Essa foi a única parte que me tirou um pouco o gostinho doce da boca (referência ao outro anime yuri da temporada? Yes), ela amarrar e prender a Karen me soou fora da realidade do anime, meio que me incomodou narrativamente isso. Achei que seria mais adequado ela ter uma explosão de fúria e as duas discutirem intensamente, e não um sequestro, não sei bem como explicar, pois não foi uma cena que encaixou no contexto gral até aqui, mas não deixa de ser compreensível, ficou um gosto confuso pra mim, mas vamos ao que importa, Maya! Já vou até começar em outro comentário, que não vai caber aqui, duhuhuhuhuhuhu...

  2. Mazaki-sensei, esse duelo foi incrível!

    A entrada da Maya na cena foi linda, mas a música, dessa vez, foi incrível mesmo!
    A começar pela linha da Karen, "o caminho a frente te cega", e o desafio de Maya, "suba aqui se tem a coragem para faze-lo, me corte, mostre-me sua luz", e a recordação da luta contra Claudine, "aquela garota era dedicada, aquela garota...eu a cortei!", caraleo, eu sou a única pessoa que quer ver essa garota por cima? Essa certeza arrogante e solitária, a dureza dela, apaixonante até no timbre vocal! Tendou Maya já conquistou a plateia aqui!
    E a coreografia do duelo, o palco, sempre elevando Maya mas numa plataforma cada vez mais solitária. E a música segue com Maya declarando que só pode haver uma estrela no palco, claramente negando o sonho de Karen, e mostrando seu potencial absurdo. É tão intenso e as duas são tão diametralmente opostas, que só posso imaginar isso culminando em um duelo ainda mais feroz, e eu acho que vou torcer pra Maya...
    O desfecho é o esperado, mas a forma como Maya encara a própria posição mostra um peso diferente entre a luta conta Claudine e o desafio de Karen, acho que esse momentinho no final em que ela percebe que não pode desfazer o que aconteceu, mas diz que vai alcançar sozinha o esplendor da estrela, deixa uma brechinha para vermos algo além dessa rivalidade com a francesinha. Essa menina vai ser um mulherão, por Godoka e Kumaria!
    Do ouro lado, o duelo entre Claudine e Futaba mostra outro angulo das audições, queria ver mais desse combate, ouvir a música das duas e ver seus movimentos, deve ter sido algo muito mais emotivo que a explosão vocal da Maya, e aqui acho que caberia mostrar mais desse combate específico, mas temos o suficiente delas por agora. O que não temos é o suficiente de Maya!!!!

    O final, com o tapa, e o reflexo delas na água do chão, um toque tão simples e tão bonito, espero muito desse embate específico, mas deixo comentários sobre isso para quando sair o post de episódio 04...

    Até lá, serei eu a única pessoa que assistirá Maya destruindo os sonhos de Karen repetidas vezes? Já vou rever esse duelo agorinha mesmo!

    Até, Mazaki-sensei!

  3. Oh, droga, me empolguei tanto sobre a Maya que esqueci de comentar sobre a Hikari tentando alcançar a Karen. Nossa sequestradora mirim tentando invadir o palco e sendo iludida, para acabar fora na chuva, sem conseguir alcançar a Karen, diz muito sobre esse relacionamento. Essas duas vão ter muito para resolver, e como já constatamos, em animes, sentar e conversar não é uma opção, então vai ser demorado isso...
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    ...mas temos a Maya diva pra bater em todo mundo e carregar a Claudine nos braços, então okie...

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