Posted by : Lilian Kate Mazaki sexta-feira, 30 de março de 2018

Olá a todos!

Cá estamos de volta para começar a falar de um dos temas que é, sem sombra de dúvida, um dos assuntos que mais estávamos ansiosas para trazer ao programa: Girl Friends, o grande título que tanto marcou e ainda marca o mundo do mangá yuri.



Afinal, o que torna Girl Friends tão especial? Falamos aqui um pouco sobre sua autora, a idolatrada Milk Morinaga, falamos do contexto da publicação e adentramos na história, abordando o primeiro volume do compilado americano da série (Ou seja, os 2,5 primeiros volumes).

Um bate-papo levado por Mazaki e Se-chan com bastante descontração (como o usual) e mesmo algumas opiniões opostas (pra ver que nem os clássicos do gênero escapam de discordância). Vamos começar nossa aventura pela jornada romântica de Mari e Akko neste programa.


Download: Yuricast 15:  Girl Friends (Parte 1) #OPodcastÉDelas2018 (127,1MB - 1:24:48)

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4 Responses so far.

  1. Se-chan-sama, Mazaki-sensei! Yo!

    Adorei, finalmente falando de GirlFriends! Não foi meu primeiro mangá yuri (tamo junto Mazaki-sensei!), mas foi o primeiro que peguei pra ler por recomendação do KaS...

    Também não entendo bem qual a razão de trocar os nomes, acho que esperamos que a Mari seja a mais "perua", em geral, a Ako tem cara de "Mari" mesmo, hehehehhe...
    Também acho esse começo meio complicado, se saísse um anime agora, como reagiriam essas pessoas que acharam a cena do primeiro episódio de Citrus um "estupro", imagina a Ako abusando da CDF da turma? Alias, esqueceram de cometar que a Mari chegou a pensar que cortar o cabelo dela curto foi bulliyng da Ako, ela fica realmente apavorada, mas a cantada acidental resolve tudo, né?
    Também acho a Kuno-chin um saco, mas fazer o quê...
    A Mari é mesmo bem tapada, alias, não só por não perceber que a Ako não tem namorado, mas mais adiante, na parte logo depois de onde pararam, é onde eu me irrito. Não acho o mangá tão enrolado, mas depois de tudo que acontece após o festival, depois do beijo entre elas, a viagem da escola, e a Mari dizer "ela só estava sendo gentil" fez ter vontade de jogar o computador pela janela (desculpe, não sou rycha pra encomendar mangá de fora, tive de ler scan mesmo). Caracoles, a Ako até achava que elas já estavam namorando!!! Mas vamos deixar esse rage pra próxima parte...

    Nessa primeira parte, que foca mais na descoberta da Mari, eu compreendo os desentendimentos delas, a Mari sempre foi muito solitária então ela não entender esse sentimento faz parte, e a Ako ser tão tapada não ajuda, né? A Mari começa a sair com as "peruas" da turma, ela fica totalmente deslocada, mas acho interessante como ela se transforma ao longo do mangá...

    Acho que a relação delas é bem realista até, considerando que a Ako não se entende de verdade também. Ela acha que tem que sair com homens, afinal, as amigas dela saem, mas ela nunca se apaixonou também, até começar a reparar na Mari. Alias, aproveitar e fazer um comentário rápido sobre algo já discutido em outros Yuricasts, mas não acho que essa situação seja do tipo "magicamente são lésbicas", como em outras obras. O fato de elas se apaixonarem só por uma garota e nenhuma outra, não seria mais por ser um mangá bem "shoujo-like"? Por mais que tenha sido publicado em uma revista seinen, o mangá tem todos os moldes de shoujo, e isso inclui aquele amor idealizado, que será o único amor delas pro resto da vida, assim como em shoujos convencionais, que mesmo sendo relacionamentos heteros, a protagonista se apaixona por um cara e ele será o único com quem ela ficará, depois de um monte de dramalhões mexicanos, que seriam evitados se parassem pra conversar direito. No caso, respondendo ao questionamento sobre elas serem lésbicas, acho que desde sempre, só estavam presas no que elas compreendiam como certo...
    Só ver como a Mari reage ao se ver apaixonada, pensando que se a Ako descobrir vai achar ela nojenta, pois ela está presa nessa heteronormatividade do cotidiano dela, o mesmo pra Ako reagindo ao se perceber apaixonada por uma garota...
    (tive que cortar o comentário, ficou comprido demais pro blogger)

  2. Continuando...

    O que nos leva a questão da Sugi-san, que entendeu sim a situação, mas pela reação da Ako e pelo que ela "sabia" sobre a amiga (lembrem que a Sugi-san achava que a Ako tinha transado com um cara), ela deu a resposta que ela achou certa, para as duas poderem continuar sendo amigas, mesmo que a Mari sofresse um pouco, mas deixemos isso pra mais adiante...
    Adoro a Sugi-san, mas não acho legal shippar com a Tamamin, até concordo que poderia rolar, mas nesse caso, a Tamamin seria apenas o estepe da hétero, não aprovo! A Sugi-san claramente recorreria a ela apenas quando estivesse irritada ou sem vontade de sair com algum dos namorados...

    Alis, sobre a situação do beijo que a Mari deu na Ako após ela dizer que "também se apaixonaria pela Mari-chan se fosse um garoto", foi uma reação bem compreensível eu acho. Afinal, ela disse que estava saindo com o Harada pois a pessoa que ela queria nunca retribuiria o sentimento, e então a Ako diz que se apaixonaria por ela SE FOSSE UM GAROTO, ou seja, foi como se a Ako confirmasse que os sentimentos da Mari eram errados, então a Ako fica provocando ela sobre o Harada dizendo que não tinha como alguém não aceitar os sentimentos da Mari, e a garota acaba explodindo e resolve entregar os sentimentos dela de vez, dizendo "viu como isso era impossível?", quer dizer, você nunca vai retribuir meus sentimentos, sua hétero escrota!

    Enfim, falei demais já, espero ansiosamente pela próxima parte, em que poderei falar sobre essa situação pós-festival de verão, e devo escrever MUITO sobre isso...

    Até!


    PS Offtopic: finalmente terminei de ler todos os capítulos publicados de Shimanami Tasogare, e não sei como a Se-chan-sama acha isso menos dramático que Citrus! Mas ao menos as yuri conseguiram ficar bem. Gostaria de falar mais sobre esse mangá, estou amando, apesar de ter parado de ler por um tempo. Precisei parar depois do que aconteceu com a Misora-san, lá pelo capítulo 9, aquilo me atingiu de forma bem pessoal e íntima. Essa criança ainda vai sofrer muito até se entender, como o Utsumi-san...

  3. maxwell says:

    Girlfriends foi um dos primeiros Yuris (completos) que li. Depois de terminar os Cap de Citrus eu fui louco à procura de outros mangás do gênero, o problema é que existem pouquíssimos. Como eu curtia muito shounen, então pra min, um mangá teria que ter no mínimo 100 cap, basicamente nenhum yuri (japa) cumpre essa exigência. Em resumo, fiquei muito feliz quando encontrei Girlfriends, tanto por ter uma quantidade boa de material para ler, quanto por já está completo. Acredito que seja uma leitura essencial para está querendo começar a ler Yuris.

    Mais uma vez excelente programa e continuem com o 'único podcast yuri do mundo'.

  4. Peach Oil says:

    Acho incrível a capacidade que vocês têm de menosprezar (com isto, quero dizer que não é uma crítica construtiva) uma obra só porque ela não é do seu gosto.

    Agora, KaS, elucide-me uma coisa: para vocês, o que é uma "obra yuri de verdade"? Um mundo fantasioso no qual não existam homens e todas as garotas sejam misteriosamente lésbicas e se amem? Não é assim que a vida funciona.

    Aliás, também fica a dica, do fundo do meu coração, para parar de romantizar abuso e estupro. Esses temas existem em obras de ficção assim como na vida real e não são levianos; existe abuso em Citrus e Strawberry Panic! (aqui, quase estupro, pelo menos na animação), existe estupro em KnM e por aí vai.

    O mundo não é cor de rosa. Por favor, aceitem minha crítica construtiva e melhorem o conteúdo de vocês.

    Cordialmente.

    P.S.: Os termos corretos em yuri são tachi e neko, não seme e uke.

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